Carrego no olhar a sombra de suas palavras no deleite da noite e no dia a raiar.

Corro ao momento que sucumbiu o inesperado atônito do ser.

Como pedra caindo na margem de um rio seco, mas que renasceu e dele soprou o entardecer.

Carrego no olhar, mas não por egoísmo, pois meu coração está em suas mãos e esse, de vez em quando pesa carregar.

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