Rugas

As rugas a marcavam...
marcas de risos, marcas da vida longa já vivida
Mas posso dizer, com fulgor nas palavras que, 
não eram as rugas, mas sim o olhar incendiário que me atiçava.

Por que falar de rugas, pulgas e putas, se o olhar via mais?
Calor, consumindo o fôlego, o mórbido e a própria vida.

Falamos de amor e de fulgor. Amor nas rugas, contido pelo tempo e guiado pela espera de jorrar em mim como cascata.

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