Ao dia da Mulher

D=ourado é seu andar e reluzente seu sorrir.
I=ncomoda a solidão que o poeta diz precisar para se inspirar. Na verdade, a alma repleta de cores pintando a todo o momento o amor é mais profunda que qualquer grito no silêncio.
A=o cair da tarde, inundas com o brilho de seu olhar, iluminando a escura chegada da noite.
I=mporta-se com as estrelas, e por isso as ajeitas com suas mãos tão suaves quanto a brisa de outono.
N=os seus olhos encontram-se paz e ardor, que beijam a paixão, fazendo nascer o amor.
T=raga suas palavras para os ouvidos
E=ntediados e carentes daqueles que pensam já terem ouvido de tudo.
R=aia o sol e aquece a terra quando em um piscar teu acabas com a 
N=ebulosidade amarga e fria das nuvens  que
A=ndam sem rumo como uma alma embriagada.
C=rescestes como árvore e tocaste o céu como uma águia,
I=nventando um canto a cada alvorada
O=u revoada que passa gorjeando um soneto, antes
N=arrado pelos amores de uma tarde qualquer, esculpida e
A=paixonada pela paixão que queima a alma e 
L=iberta o ser para amar livremente a ti, oh Mulher!

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