O que há nesse olhar?
Medo ou desejo?
E se for medo? Serei eu a bruxa má ou a sombra que remete ao passado?
Se for desejo? Será mais forte do que o olhar a observar?

O tempo passa... as horas se desmontam como pedras de areia agredidas por um vento impiedoso.
Será o vento o próprio respirar que faz com que o tempo voe para seu longínquo canto? Ou será mais simples do que isso?

O medo assombra a vida, a vida faz meus versos.
Dizeres por uma fagulha de crença. O que há de ser será ou o que era para não mais existir voltou a existir?

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