Um murro no queixo
um apelo de sorte
uma marretada seca na boca que come e naquela que libera o papo furado

A faca cega diante dos olhos
O corte incerto nos grãos de um tijolo

Aonde vais?
Queres saber de onde venho?
Pergunte ao queixo e a boca.

Quem sou eu?
Um beijo apaixonado.

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