Quando me quiser... liberte-se.  
Sou o vento que corre os trópicos e refresca os sonhos.
As voltas dos ponteiros serão incontáveis, transformando o tempo em grãos de areia.

Quando me quiser, vivo ou morto; nu ou vestido; de frente ou de costas para o mar, cante aquela canção. Sinta não por sentir, mas porque teu vazio me quer e os espasmos de sua fera ferida não conseguem vencer a sede do teu coração.

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