...janeiro...

E o janeiro passará como sempre.
Com o mesmo EIRO de sempre.
O mesmo cheiro de sempre.
O mesmo 31 de sempre.

O pedreiro assobiará pro tempo logo passar
Construir, destruir o passageiro e sem sombra.
Podem contar os tijolos e os grãos de areia, 
porém o lento término do janeiro será incontável,
costumeiro e estreito.

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