Ayer

Ontem eu chorei. Confesso... não há motivo para negar.
As lágrimas rolaram incertas, pesadas e cheias de mim.
Caminhei por horas querendo parar, porém as lágrimas pareciam uma ferida aberta, que sangra sem controle.
Apenas chorar, não.
Chorei, sentindo cada lapso. Cada fulgor do terremoto sentido por minha alma.
Choto quente e plausível. Do amanhecer invisível até o lúdico anoitecer.

Ontem eu chorei.

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