Eu o via sempre presente nos contos de fada. Do era uma vez, até o felizes para sempre. Com ele, tudo fazia sentido. No sorriso da princesa, ao galopar maroto do corcel. Ele estava... 

Na declaração.
Na vontade de apenas ser.
No sim final.
No dormir e acordar.

      No bosque de belas árvores, cercadas de feras, pardais e chapeuzinhos. Lá estava ele mais uma vez na página virada.
      Quando o sol nascia, a tarde chegava e os lobos traziam a noite chorosa. Na brisa que refrescava e no orvalho que enfeitava as plantas. Lá estava ele em uma página escrita.
      Em verso e prosa; no verde e no rosa, brindando pelo que não vejo. O sobrenome era eterno e o nome: DESEJO!



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