Dá-me de beber.
Meus versos estão sedentos de um manancial, e sozinhos já não conseguem acabar com a sequidão.

Ao sol me coloquei, para que os raios iluminassem toda a minha inspiração. Porém, sem ti, nada flui, e o sol somente traz a cruel sequidão.

De meu coração flui a sublime constelação de palavras, mas sem ti não existe um céu para colocá-las.

Dá-me de beber e abrigue-me em seus braços, porque sou peregrino sem forças, necessitando de reviver o que me move.

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