O que fazer?

O que brindar a um verso, 
sendo este tudo que é?
Um refrão ou uma página 
não é um suspiro qualquer.

É a vida que levo, 
a vontade que dá, 
o tempo, o passado, 
um dizer e o futuro.

Livres de mim, 
ouro e prata sem fim. 
om eles... sem eles... 
vivo ou morro...talvez. 
Sou refém, sou herói, 
proletário e burguês.

Os versos nunca reclamas por 
nunca receberem o tal brinde. 
Porém, é claro, é óbvio, que se 
um brinde quiser ser feito, 
mas não se sabe q quem brindar, 
divino é pensar nos versos 
e brindar por aquilo que jamais acabará: o AMOR.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Beijo egípcio

Soneto da alegria