Até...

Longe dos seus deleites, por meus aceites.
Preso ao medo que me toma, 
frente a toda a insegurança mantenedora da vida.

Correntes que se prendem aos meus ossos
 e em lágrimas me levam depois de duros açoites.
De teus lábios levei o melhor mel, 
porém a doçura se transformou em amargo. 

Nesse bairro, me tornei o casco, 
mas as águas não me afogam, pois imortal serei, 
até que este ser volte a florescer. 

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