O poeta fala, a caneta escreve.
O leitor lê, mas nem sempre quer ler o que o poeta pensa.
O poeta fala de loucura. Uma loucura que caminha junto com a sanidade. Fala de amor misturado com o ódio. Compara o calor da paixão com o frio das geleiras.
É rude e carinhoso; estúpido e modesto; sol e chuva.

Haja papel para tantas antíteses !

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